| Sr. Yamato Kinjo, imigrante do
Kassadomaru, é homenageado pela Associação
dos Cirurgiões-dentistas
A Associação Paulista dos Cirurgiões-dentistas
(APCD), que tem como presidente o Sr. Rafael Baldacci, realizou
o Festival de Cultura Japonesa, em sua primeira edição.
O evento se deu na sede da APCD, localizado na Rua Voluntários
da Pátria n° 547, no dia 07 de dezembro.
Os associados da APCD somam mais de trinta e cinco mil pessoas,
no Brasil todo, dos quais 47% são de origem japonesa,
e eles têm se destacado por suas atividades de voluntariado,
além de se organizarem em grupos que trabalham ativamente,
cooperando com o desenvolvi-mento das mais variadas regiões
do país.
Foi na ocasião desse evento que o ilustre Sr. Yamato
Kinjo foi aclamado e homenageado como o primeiro dentista
nipônico em terra brasileira.
Este homem, já falecido, memorável pela história
de sua vida, veio como imigrante a bordo do Kassadomaru. As
devidas menções honrosas foram recebidas por
sua filha, Emiko Fujiwara, que o representou.
Colaboraram para a realização do festival:
Yumiko Tamashiro, Rui Kiyoshi Saiki, entre outros.
Retomando a publicação do "Kyowa",
o boletim informativo da Kenjinkai
Da equipe de editoração do Boletim Informativo
"Kyowa", encabeçada pelo editor-chefe, Sr.
Yamashiro, fazem parte: Akio Yogui, Shinji Yonamine, Akira
Miyagui, Yasutaka Kanashiro, Naohide Urasaki, Hajime Afuso
e Hiroharu Takayasu.
Esses oito editores, todos membros do departamento de cultura
da Kenjinkai, estão trabalhando em conjunto com o Sr.
Tatsuo Sakima (professor no curso de engenharia da Faculdade
Mackenzie), que é encarregado pelas versões
em português.
Grandes eventos como o "Summit" (Conferência
dos representantes do 1o mundo) realizado em nossa província-mãe,
que a colocou em evidência aos olhos do mundo; o Concurso
Mundial de Utinanchu; a comemoração dos 30 anos
de devolução das terras de Okinawa à
soberania japonesa e a apresentação da Associação
de dança folclórica Okinawa do Brasil em sua
terra natal - Japão - nos deixaram tão atarefados
que nos impediu de publicar novas edições por
um bom tempo - a última foi a de junho de 2000, no.
102.
Compensando o atraso, temos trabalhado continuamente para
que possamos apresentar as edições do ano de
2000 (no.103), de 2001 (no.104) e de 2002 (no.105), simultaneamente,
até a próxima assembléia.
Assim, encontrando-nos em fase de conclusão, esperamos
poder oferecer-lhes o resultado disso tudo no dia da Assembléia.
o Comitê editorial da "Kyowa"
Assembléia ordinária
Data: 16 de fevereiro de 2003 (domingo)
1a convocação: 9h30min 2a convocação:
10h
Local: Salão da Kenjinkai
R. Thomas de Lima, 72 - Liberdade
Em 2003, uma série de grandes eventos comemoram
o 95o Aniversário de Imigração
Com a chegada do ano de 2003 estamos completando 95 anos
de imigração e a Kenjinkai (com seu presidente,
Sr. Chochi Miyagui) decidiu comemorar essa data com uma grande
festa. Uma comissão foi formada a fim de organizar
e preparar as atrações e atividades que serão
desenvolvidas durante o grande evento.
Após estudarmos como isso se desenrolará, de
modo que possamos acolher a todos os visitantes, os convites
oficiais serão enviados à província-mãe
e a cada instituição, associação
e demais grupos a que deva interessar o evento.
Programação dos eventos comemorativos do 95o
Aniversário de Imigração
Data: 23/08/03 (sábado)
Horário Evento Local
09h00 ~ 11h00 Missa em memória dos falecidos Salão
da Kenjinkai
11h30 ~ 13h30 Almoço de boas-vindas
14h00 ~ 16h00 Cerimônia Comemorativa
17h00 ~ 20h00 Desfile Galvão Bueno
Horário Evento Local
08h00 ~ 10h00 Apresentaçõesdo "Fujinkai"
Salão da Kenjinkai
08h00 ~ 15h00 Campeonato de Golfe PL Golf Club
08h00 ~ 14h00 Campeonato de Futebol Penha
08h00 ~ 14h00 Campeonato de Karatê Academia Yonamine
08h00 ~ 14h00 Campeonato de Judô V. Carrão
13h00 ~ 14h00 Intercâmbio e Confraternização
Salão da Kenjinkai
14h00 ~ 17h00 Encontro de jovens V. Carrão
17h00 ~ 20h00 Campeonato Comemorativo de artes folclóricas
Salão da Kenjinkai
Mais eventos para 2003:
-Exposição de produtos de Okinawa
Data: 21/02/03 (6a feira) a 23/02/03 (dom)
Local: Grande Salão do Okinawa Kenjinkai
Patrocinado por: - Okinawa Kenjinkai
- Centro Cultural Brasil-Okinawa
- WUB Regional Brasil
-Apresentação comemorativa dos 20 anos de fundação
da Regional brasileira do "Tamaguskuryu-gyokusenkai"
Com apresentação da grande mestra Hideko Tamagusku
(nidaime iemoto) mais 20 membros da Academia de dança
Okinawa "Tamagusku Seigui"
Data: 21(sáb) e 22 (dom) de junho de 2003
Local: Grande Salão do Okinawa Kenjinkai e Auditório
do "Bunkyo" (Centro Cultural Brasil-Japão)
Patrocinado por: - Okinawa Kenjinkai
-Cerimônia Comemorativa do 95.º Aniversário
da Imigração
Data: 23 e 24 de agosto de 2003
Local: Grande Salão do Okinawa Kenjinkai
Patrocinado por: Okinawa Kenjinkai
Elaboração da nova lista de associados
Em comemoração ao 87o aniversário de
imigração, fora lançada em 20 de outubro
de 1995, uma lista de associados (o presidente, na época,
era o Sr. Shigeru Miyagui). Esta lista (constantemente atualizada)
está sendo utilizada como material de grande importância
mesmo nos dias de hoje.
Assim, na ocasião do 95o aniversário, neste
ano, planejou-se publicar uma nova lista com os dados dos
associados, medida que se tornou mais do que necessária
pela mudança de nomes, de endereço ou de telefone
e, também, pela sucessão de gerações
(isseis, nisseis, sansseis etc).
Contamos com a colaboração dos senhores, nesta
trabalhosa tarefa, através do preenchimento de formulários
que deverão conter dados como: nome (em português),
endereço com CEP, naturalidade, profissão, no
de telefone.
Estamos, assim, no momento, armazenando os dados em nossos
arquivos, de acordo com os respectivos shibus.
Vamos deixar o legado da nossa história de imigração,
traduzindo para o português o "90 anos após
o Kassadomaru"
Na 65a assembléia ordinária foi decidido que
será redigida uma versão em português
da história dos imigrantes vindos de Okinawa - "Noventa
anos depois do Kassadomaru". Para que os descendentes
das novas gerações tenham conhecimento das dificuldades
e sofrimentos por que passaram seus antepassados e para que
saibam, também, por outro lado, das trajetórias
de garra e sucesso.
Afinal, é de nosso dever transmitir esse legado. A
tradução para o português de obras premiadas
(Prêmio Literário Colônia e Prêmio
Especial de cultura da Editora "Okinawa Times")
é, sem dúvida, um trabalho muito importante
e cheio de significado no contexto do 100o Aniversário
de Imigração. É preciso, então,
apressar-nos para que tais empreendimentos fiquem prontos
para o ano 2008.
Tradução para o português e japonês
das músicas de Okinawa
O Sr. Tetsuo Yogui (presidente da regional de Casa Verde)
sugeriu que fizéssemos a tradução da
música e cultura artística de Okinawa para o
português e japonês, porque acredita que assim
se poderá captar e compreender melhor o sentido e sentimentos
contidos nas canções, fazendo despertar o interesse
nas pessoas.
Devemos trabalhar em cima desse projeto daqui a diante.
Reportagem sobre as pessoas idosas
(Pelo Informativo "Ryukyu")
Qual o segredo para tanta saúde? Serão os efeitos
de seus hábitos alimentares? Perguntamos diretamente
a um idoso, residente no Brasil.
A partir de 2003, será lançado o projeto em
que os utinanchu idosos são entrevistados para nos
revelar, numa série de artigos, os segredos para a
longevidade.
Na primeira reportagem foram entrevistados pelo editor da
seção de Política e Economia, Hitoshi
Fukuhara: o Sr. Seisuke Unten, 98 anos; o Sr. Hirohide Uechi,
98 anos e a Sra. Yoshiko Hanashiro, 95 anos, todos moradores
de Registro. Desta vez, serão entrevistados por Yasuto
Onaha: Sra. Matsu Uechi, 100 anos; Sra. Take Takara, 92 anos;
Sr. Shujiro Takae, 102 anos; Sr. Yoshimasa Goya, 100 anos
(estes de Casa Verde); o Sr. Tsubukiti Yamashiro, 97 anos
(de Centro) e o Sr. Kotaro Nakata, 94 anos (de Sto André).
Assim, a 1a edição de 2003 trouxe o artigo sobre
o estilo sossegado de vida do okinawano que "desenvolve
a tal da longevidade". Está aí entrevistado
o Sr. Yoshitaru Nakahodo do Peru e, na 3a e 4a edições
constarão os artigos apresentando, respectivamente,
a Sra. Matsu Uechi (99 anos, de Casa Verde) e o Sr. Kotaro
Nakata (94 anos, de Santo André), ambos do Brasil.
Os exemplares do "Ryukyu Shinpo" ficam disponíveis
na sede da Kenjinkai.
Novos Associados (matriz e shibus)
Curitiba: Jorge Kaneshiro, Caio, Sérgio, Seishin;
Emílio Zenkiti Sakuma, Hirotoshi Taminato, Yasukatsu
Uechi, Jorge Yasuhide Kamieshu, José Yukiteru Yabiku,
Hiroyoshi Yamashiro, Paulo Iha e Nelson Itiro Miyagui.
São José do Rio Preto: Mário Taba, Tyugugo
Toma, Eikiti Tengan, Minoru Kina, Virgílio Miyagui,
Eishun Shimabukuro e Luís Kazunori Sotoma.
V. Carrão Shibu: Seiji Kamieda e Etsuko Teruya.
Penha Shibu: Sérgio Nakazato
Aproveitamos o espaço para parabenizar a Dra. Consuelo
Yoshida Moromizato por sua nomeação, em 2002
pelo então presidente, Fernando Henrique Cardoso, para
integrar-se como juíza ao 3o. Tribunal Regional Federal.
Mesmo com todas as dificuldades financeiras que sua família
teve de enfrentar, nas condições de imigrantes
dos primeiros tempos, seu padrasto desdobrou-se para garantir-lhe
os estudos, tornando possível este resultado tão
gratificante. Ela agradeceu a ele e a seu pai, que a apoiou
a todo o momento com seus conselhos e, na cerimônia
de posse, a juíza manifestou o orgulho de ser nipônica
e de ser a primeira mulher a ser admitida como juiz naquele
tribunal.
Outra notabilíssima personagem okinawana é o
Sr. Luís Gushiken, a quem o atual presidente, Lula
da Silva, confiou o cargo de secretário de Comunicação
de Governo e de Gestão Estratégica da República,
concedendo-lhe verbas na quantia de 113,2 milhões de
reais.
Este homem, de personalidade discreta, vem se consagrando
como "braço direito" de Lula, tendo participação
direta, com suas opiniões, nos projetos do presidente.
Assim, contamos com ele para que, como membro da tripulação
do "Burajirumaru", manipule o leme para o bem de
todos a bordo (apesar de o quadro de sua saúde ainda
ser preocupante).
A expectativa de vida (homens) na província de Nagano
é de 78 a 90 anos enquanto que, na província
de Okinawa, essa expectativa (mulheres) é de 86 a 101
anos, a melhor no Japão. Tofu Okinawa, goya, "naberá":
é verdade sim que temos bastante desses saudáveis
alimentos em Okinawa, mas, certamente, o mais importante é
a nossa filosofia de vida, o modo como lidamos com as coisas,
não deixando a cabeça esquentar com bobagens.
"Nankurunaissa" (vai dar tudo certo): será
esse o segredo da vida longa?
À construção de uma universidade (p/
bacharelado, mestrado e doutorado) de nível de excelência
internacional numa Okinawa pacífica e próspera
Planeja-se a instalação, em Okinawa, de uma
universidade de nível de excelência internacional,
nos estudos das Ciências Naturais, o que conferirá
à província o status de centro intelectual,
despontando naquela região toda da Ásia que
a circunda. Desenvolvendo-se, por esse caminho, espera-se
que Okinawa possa conquistar sua autonomia econômica.
A seguir, apresentamos alguns aspectos já definidos
para o projeto:
1. Campo de ensino/pesquisa
- Biologia, Física, Química e IT integrado
2. Estruturações especiais
- Aquisição de forma de pessoa jurídica
para efeitos de terceiros; receberá apoio financeiro
dos órgãos políticos; seus funcionários
não serão públicos
- Administração internacional; palestras e reuniões
em língua inglesa; mais de 50% do
corpo docente e alunos serão recrutados do exterior.
3. Cooperação internacional
- Manter laços de cooperação com competentes
órgãos de pesquisa universitária estrangeiros.
- Estabelecer parcerias com grandes empresas nacionais e estrangeiras
- Desenvolver um centro de produção intelectual
que atraia os investidores e grandes laboratórios industriais.
4. Infra-estrutura atraente
- Oferecer moradias e alojamentos amplos e confortáveis
- Elaborar programas de boa qualidade para acolher os professores
estrangeiros e filhos de funcionários
- Fornecer uma bolsa-auxílio satisfatória e
estabelecer um regime de ajuda financeira pública em
favor dos estudantes.
5. Composição do quadro de pessoas
- Corpo docente - 200 professores titulares (aprox)
- Funcionários de apoio - 300 (aprox)
- Alunos - 500 (aprox)
6. Recursos
- Custos de construção - 80 bilhões de
ienes
- Custos com administração - 20 bilhões
de ienes
Como podem ver, os projetos para tornar Okinawa ativa e produtiva
estão em pleno andamento. O que vocês, da comunidade
utinanchu do Brasil, acham de participarem também desse
processo?
A seguir, transcrevemos os cumprimentos de ano-novo do 1o
vice-presidente do nosso Kenjinkai, Sr. Akio Yogui, que foram
publicados no "Jornal Nikkei", juntamente com os
de outras personalidades da Colônia:
Compreendendo o que o associado sente
(Por Akio Yogui, primeiro vice-presidente do Okinawa Kenjinkai)
Temos observado que os nikkeis de gerações
mais jovens se agrupam em torno de algum esporte, alguma atividade,
em vez de o fazerem simplesmente por procurarem se identificar
como descendentes.
Assim, formam grupos de danças sociais, de karaokê,
de gateball "guêto-bôru", atividades
que têm, por si só, encantos específicos.
São
esses tipos que vão, provavelmente, sobreviver nesses
novos tempos.
Fatores como sucesso profissional, histórico escolar
não serão imprescindíveis para se ter
um líder.
O essencial é a capacidade de compreender bem os sentimentos,
o modo de pensar dos associados em geral. De nada valerá
o suposto líder ter poder de visão e de investimento
de capital, se não for capaz de compreender, de cativar,
de mobilizar os associados. Em princípio, o líder
não deve proceder, desde logo, das camadas superiores,
mas sim deverá se desenvolver a partir de dentro para,
então, crescer como tal.
Outra coisa a se observar é a necessidade de se utilizar
uma língua comum, falar no mesmo idioma para que os
descendentes das novas gerações possam participar
das rodas de debate.
Portanto, para atrai-los para nossas atividades, torna-se
inevitável a adoção do português
como principal idioma. E não se trata mais de avaliar
isso como bom ou ruim, pois é uma tendência natural
que não podemos contrariar, pois do contrário
menos pessoas se associarão. Mas, por outro lado, não
faz sentido algum abandonarmos o japonês. É inegável
que o ideal seria todos falarem o japonês, mas, mesmo
assim, não podemos fugir da realidade.
Há os que defendem que seja impossível transmitir
a cultura japonesa em outra língua que não a
japonesa, visão da qual não compartilho porque
não há exemplos de pessoas que, não sabendo
o japonês, incorporaram perfeitamente as qualidades
do japonês e as características da cultura.
Assim, acho importante focalizarmos em transmitir, da melhor
forma possível, esses valores, estes autenticamente
japoneses, através da língua portuguesa.
Isso não significa que estejamos descartando tudo o
que os isseis construíram com tanto sacrifício.
Acredito que seja dever nosso, dos nisseis, de fazer com que
isso se torne compatível para com a realidade atual;
temos, portanto, esse papel, um tanto delicado, de ponte entre
as gerações.
Tanto em nosso Kenjinkai quanto em outros, ao abrirmos as
discussões para os mais diversos temas, a língua
usada majoritariamente é a japonesa. Até então
não tivemos problemas quanto à comunicação
entre os membros da diretoria (muitos são nisseis).
Isso porque conseguimos estabelecer uma relação
reciprocamente equilibrada, na qual o líder nissei
compreende o issei e este, por sua vez, se põe como
um bom veterano "senpai", que também compreende
os nisseis "kohai".
Chegamos a uma era em que pessoas podem ser "confeccionadas"
à imagem e semelhança de seus "originais"
- assunto freqüente na mídia de todo o mundo.
Desse modo, ficamos desnorteados em nossa existência,
não havendo alegria de viver, orgulho, sonhos ou valores
morais que resistam.
Oras, pega-se alguns genes do repolho "kyabetsu"
e mais alguns genes do nabo "daikon" e teremos uma
nova planta que, do solo para cima é um repolho e,
do solo para baixo, é um nabo. Seria o "kyabekon".
Imagine só o constrangimento de pedir, numa feira,
essa estranha verdura. Aliás, seu nome mais lembra
o nome daquelas engenhocas que a modernidade inventa para
serem acomodadas nas mesas dos escritórios.
A faxina daqueles saguões de espera nos aeroportos,
por exemplo, será feita por robôs obedientes
e eficientes que nunca reclamarão ou pedirão
descanso.
Daqui a um tempo, robôs vão ser "dekasseguis"
em nosso lugar e, enviando-nos dinheiro, farão com
que o pai - chefe de família - não precise se
esforçar para nada. De modo que, por ter levado uma
vida fácil, regada por muita bebida o fará morrer
precocemente.
Eu sei que temos de encarar e aceitar os fatos nesse mundo
cada vez mais complexo e difícil de se compreender.
Mas, sinceramente, não sei o que prefiro: essa nova
realidade ou, então, os velhos tempos em que tínhamos
que ler, de pé e em voz alta, o chamado "kyoiku
tyokugo", isto é, "as palavras educacionais
do imperador".
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Sr. Tomoaki Yonaha, Secretário Chefe da AOKB e Redator
Chefe do boletim informativo AOKB.
Associação Okinawa Kenjin do Brasil
Secretaria - R. Thomas de Lima, 72
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fax: (11) 3241-0874
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