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Chochi Miyagui, atual presidente, e os vice-presidentes
foram reeleitos em seus cargos
No último dia 19 tivemos a abertura da 10ª Assembléia
Geral do Conselho Deliberativo, a qual foi introduzida, exatamente
às 15h, com um minuto de silêncio em respeito
aos finados, logo em seguida, o presidente do Conselho, Sr.
Isamu Yamashiro, tomou a palavra, cumprimentando os presentes.
Os seguintes pontos foram relatados sucessivamente: o relatório
anual de atividades, o balancete financeiro, relatório
sobre Bolsa de Estudo, parecer do Conselho Fiscal. Em seguida
tivemos um debate (para esclarecer possíveis dúvidas)
e, então, recolhemos a aprovação de todos
os membros do Conselho Deliberativo.
Quanto às deliberações, decidimos sobre
as atividades do ano de 2003 e sobre a previsão para
o Orçamento, que deve ser afetado por conta da elevação
inflacionária, observada com o início do governo
Lula. Aprovou-se, então, o aumento de 10% no valor
do Orçamento.
Obtivemos a aprovação de todos com relação
à modificação, em caráter excepcional,
do Orçamento, para custear as várias atividades
planejadas para o grande evento do ano: 95º Aniversário
da Imigração (23 e 24 de agosto).
Além disso, temos previstas para esse ano outras atividades
como: publicação do "Kyowa", a "Exposição
de produtos de Okinawa", a publicação da
nova lista de associados, a tradução para o
português da história dos imigrantes vindos de
Okinawa - "Noventa Anos depois do Kassadomaru" (este
último projeto é para o 100º Aniversário
da Imigração).
Na ocasião da Assembléia do Conselho Deliberativo
foram discutidas propostas como a reforma do estatuto da Kenjinkai.
Essa questão deverá ser conduzida por Akio Yogui,
chefe da comissão da reforma estatutária, que
deverá executar a reforma das versões portuguesa
e japonesa, à luz do Código Civil brasileiro
(com aprovação do Conselho).
As eleições para presidente, vice-presidente,
inspetor e sub-inspetor foram organizadas/realizadas por 130
pessoas, membros do Conselho Deliberativo, que têm experiência
como presidentes de shibus ou que, por serem competentes,
foram recomendados pela matriz.
Quanto aos resultados, houve reeleição dos atuais
presidente e vice-presidentes, que receberam apoio em massa.
Para os cargos de inspetor e sub-inspetor as seguintes pessoas
foram eleitas, conforme a relação cargo/pessoa
abaixo:
Presidente - Chochi Miyagui Inspetor - Tsuneo Takara
1o Vice-Presidente - Akio Yogui Inspetor - Luís Kanashiro
2o Vice-Presidente - Sadao Yamashiro Sub-Inspetor - Yoshio
Uehara
3o Vice-Presidente - Shinji Yonaha Sub-Inspetor - Hitoshi
Oshiro
Inspetor - Yukichi Nagamine Sub-Inspetor - Kikuo Nakamoto
Utilizamos o grande salão para acomodar a 1.ª
apresentação do ano do "Clube de música
folclórica de Santo André". A música
de Kiyomi Kanashiro garantiu a animação do espetáculo.
Saboreamos também a especialidade do "Fujinkai"
do "Kyowa": o Okinawa soba.
O "Ryukyukoku Matsuri Daiko" (tambores
festivos de Okinawa) retumbarão sobre as vastas terras
brasileiras
"Ryukyukoku Matsuri Daiko"! Como soa imponente!
Um "matsuridaiko" que esteja à altura do
"Reino Ryukyu"... e, para começar- mos a
tratar sobre esse "matsuridaiko" é mais que
indispensável apresentar-lhes o mestre dessa arte aqui
no Brasil: o Sr. Naohide Urasaki, que ocupa também
cargo na diretoria da nossa Kenjinkai.
De recente chegada no Brasil, a arte do "Matsuridaiko"
teve sua sede instalada aqui no ano de 1991, graças
à luta contínua do mestre Urasaki. Desde então,
ele tem preservado e transmitido as tradições
do "Kooshiryu daiko" ( Kooshi Shimabukuro iemoto).
Essa arte tem se difundido largamente dentro da comunidade
okinawana, sendo também famoso em meio às outras
Kenjinkais, atraindo cada vez mais pessoas para sua prática.
Já contamos com 250 alunos e esse número só
tem crescido, com mais e mais jovens querendo se matricular.
Dentre as atividades do "Ryukyukoku Matsuridaiko"
incluem-se aberturas dos mais variados eventos tanto brasileiros
como da comunidade nikkei em específico. Além
disso, nunca deixamos de cooperar com os grupos de voluntariado
e de assistência social.
Calendário 2003 das atividades do
"Ryukyukoku matsuridaiko":
27/01 - Intercâmbio com a shibu de Campo Grande
27/01 - Festa de aniversário / shibu de Santo André
16/02 - Ikesakishokai
02/03 - Ikesakishokai
16/03 - Festival Japão em Belo Horizonte
17/03 - Festa de aniversário / na "honbu"
da Kenjinkai
31/03 - "Sakura Matsuri" (Festival da Cerejeira)
/ Campos do Jordão
14/04 - Cerimônia de casamento / kaikan da shibu de
V. Carrão
21/04 - Cerimônia de casamento / kaikan da shibu de
Ipiranga
27/04 - Festival da escola / Colégio Marupiara
28/04 - Festival Japão / Jacareí
04/05 - Cerimônia de casamento / Pinheiros
15/05 - Jogo amistoso (futebol) Japão x Coréia
25/05 - Sesc Itaquera
26/05 - Festival do Sushi / Registro
26/05 - Undokai / Shibu de Campinas
29/05 - Undokai / Itapecerica da Serra
01/06 - Festival da Copa Mundial de futebol
02/06 - Festival Japão / Londrina
02/06 - Sesc Itaquera
09/06 - Undokai / Shibu V.Carrão
16/06 - Intercâmbio com a shibu de Londrina
16/06 - Seichô-no-iê (atividade anual)
16/06 - Festival da Escola Heisei
23/06 - "Sakura Matsuri" (Festival da Cerejeira)
/ Garça
29/06 - Assembléia Legislativa
06/07 - "Tanabata Matsuri" / Ribeirão Preto
07/07 - Festa de aniversário / Higienópolis
14/07 - "Kodomo no sono" / Itaquera
14/07 - Undokai / Associação Guaíra
14/07 - "Tanabata Matsuri" / Liberdade
19/07 - Partida internacional (jogo) - Vôlei Salonpas
21/07 - 40 anos de fundação de Sorocaba
27/07 - Festival da cultura típicas das províncias
/ Ibirapuera
28/07 - Fundação de São Bernardo
10/08 - Festival Japão / Maringá
18/08 - "Eissa Matsuri" / Diadema
25/08 - Festival das flores / Arujá
01/09 - Aniversário de 88 anos / Vila Mariana
07/09 - 50 anos de fundação da shibu de Marília
08/09 - São Miguel
15/09 - Festival das flores / Atibaia
15/09 - Cerimônia de casamento / Santo André
15/09 - Festival Okinawa / Campinas
20/09 - Grupo de políticos / Pinheiros
22/09 - Atibaia
28/09 - Cerimônia de casamento / Araraquara
06/10 - Encontro dos idosos / V. Carrão
12/10 - Cerimônia de casamento / V. Pires
13/10 - Cerimônia de casamento / V. Carrão
19/10 - Cerimônia de casamento / Colégio Centro
26/10 - Escola / São Bernardo
27/10 - Festa de aniversário / honbu da Kenjinkai
10/11 - Apresentação beneficiente para pessoas
da favela
22/11 - Festival Japão / Recife
30/11 - Intercâmbio com a shibu de Brasília
07/12 - Shohaku Gakuen / Bunkyo
08/12 - Aniversário de 99 anos / V. Carrão
08/12 - Formatura / São Matheus
08/12 - Festival HP
15/12 - Bonenkai / Nippon Country Club
Como se pode verificar, 2002 foi um ano que se consumiu com
uma agenda cheia de compromissos. Houve dias em que tivemos
que nos apresentar, ao mesmo tempo, em dois ou três
locais - o que não se tornou um problema porque nos
repartimos em turmas independentes.
Promover a integração entre os associados das
shibus mais distantes, como a de Campo Grande, Londrina, Marília
e de Brasília, sempre foi meta importante para a Kenjinkai.
A experiência de confraternização entre
as shibus acima citadas foi um sucesso e devemos isso à
força integradora dos encantos das músicas clássica
e folclórica de Okinawa, da dança de Okinawa
e, especialmente, das apresentações de "Matsuridaiko".
Pois não há fronteiras para a música;
ela tem um caráter universal entre as pessoas.
Aquele som retumbante dos tambores vibrando nos corpos dançantes
dos jovens. A dança e o som se fundem numa coisa só
- é essa febre que atrai a multidão.
Em meio a esse clima mágico as pessoas se viam contagiadas
e acabavam não resistindo em pular para dentro da roda,
o que fazem como que tomados por um impulso indomável.
No final das contas, somos surpreendidos pela seguinte cena:
jovens e idosos, tanto homens como mulheres, incendiando suas
almas, não se podendo mais distinguir platéia
de perfomancistas. Realmente, observa-se algo que transcende
as condições humanas e nada mais que isso.
O objetivo desses eventos de intercâmbio é exatamente
este: fazer com que experimentemos essa emoção.
É no palco onde mais se pode expressar o "ityareba
tyoude" (basta nos encontrarmos uma vez para constatarmos:
somos todos irmãos). Essa é a missão
do "Ryukyukoku Matsuridaiko", afirmou Naohide Urasaki,
em comentário discreto.
Ambicionamos, agora, participar do maior evento festivo do
Brasil: o carnaval carioca. O Japão seria representado
pela força dos nossos "taikôs"(tambores).
E, ao que parece, podemos criar expectativas de esse sonho
se tornar realidade.
Os tambores do "Matsuridaiko"
retumbam, graças a essa pessoa
Ao conversar com ele, logo se vê que se trata de uma
pessoa divertida, que sempre tem uma piada na ponta da língua.
Mas, acima de tudo, é dono de uma personalidade tranqüila;
rigoroso quando se trata de arte; dedicado e fervoroso professor
que acolhe a todos. Por conta de tais qualidades de sua pessoa,
é tão respeitado e admirado.
Por longos anos ele tem assumido a presidência da Associação
de Dança Ryukyu do Brasil, fazendo esta arte se difundir
e desenvolver gloriosamente, por meio de seu trabalho.
Na ocasião do 3o Campeonato Mundial dos utinanchu,
o mestre Urasaki foi homenageado, com o prêmio de bom
desempenho, pelo governador da província de Okinawa,
fazendo se confirmar sua competência e austeridade.
Naohide Urasaki relata-nos sobre as tradições
de sua arte
Quando foi que o senhor começou a se interessar
pela dramaturgia "shibai" de Okinawa?
Eu comecei a me interessar quando tinha uns 17 anos. Na Okinawa
daquela época havia muitos grupos de teatro: Grupo
Shochikubai; Grupo Tsuru; Grupo asahi "Asahiza";
Grupo Taiyouraku, entre outros. Eu ingressei no Grupo de teatro
"Tsuru" e participava do "Clube Raikamu",
estava bastante animado naquela época. Eu ficava admirado
com a desenvoltura e o encanto que esbanjavam os integrantes
dos grupos teatrais. Foi assim que eu decidi ser artista.
E depois de ingressar no teatro?
Visitávamos as aldeias e fazíamos apresentações,
encenando (fazendo "shibai") - com o que os moradores
dessas aldeias eram bem familiarizados. Como eu adorava isso,
eu me dedicava bastante, as coisas eram bem intensas para
mim. "E eu era bonitão!"(disse em voz baixa).
Mas devo confessar que eu fazia sim sucesso entre as damas.
Era uma das coisas que me agradavam e me divertiam na época.
Mas hoje em dia o senhor está aqui, no Brasil,
e pelo que soube o senhor, em princípio, tinha imigrado
para a Bolívia. Quando se deu isso?
Foi em 1957. Morei por 4 anos na Bolívia, mas não
conseguia esquecer da minha paixão pelo "shibai"
de Okinawa e, por conta disso, passei por momentos difíceis.
Sentia falta daquilo. Quem veio me buscar foi o Sr. Kanashiro
que havia vindo como imigrante no Brasil. Logo vimos que nossas
idéias e anseios coincidiam sobre inaugurar no Brasil
o teatro de Okinawa, o que se concretizou sob a alcunha de
"Kyowa Guekidan". Isso foi em 1962, ano em que nove
famílias imigrantes (57 pessoas) tinham se estabelecido
em Brasília.
Revele-nos quem são as pessoas que cooperaram na
fundação da "Kyowaza".
Sr. Teijun Tengan, Masao Miyazato, Shomatsu Nagado, Kazutoshi
Matsuda, Taro Yonaha, vulgo "Aguni Taro" (todos
falecidos).
Agradeço a todas essas pessoas que outrora me ajudaram
e apoiaram tanto no plano material quanto no moral. Que descansem
em paz.
Agora, vamos falar sobre a 1.ª apresentação
após a fundação do grupo teatral. Em
que lugar foi isso?
Primeiramente, nós utilizamos o espaço do teatro
de Mooca, na cidade de São Paulo. Lembro que tivemos
como elenco de apoio: a profª Tatsue Kayou (Tatsue Uehara),
de Santo André; a profª Miyoko Kanashiro (Miyoko
Sanokawa), de V. Prudente; a Sra Setsuko Kanashiro, de Campinas;
a profª Sue Ishikawa, de V. Carrão e a Sra Tiyoko
Okuhama, de Santo André.
O senhor também dançou a Dança de
Okinawa?
Sim, também dancei. Em "Kanáyo Amagawa"
e "Takahira Banzai", por exemplo, participei juntamente
com a Sra Miyoko Sanogawa. Naquela época eu tinha o
corpo leve e isso me permitia ser bem ativo.
E como foi a reação do público?
Nos arredores de São Paulo moravam muitos utinanchus,
que se concentravam em guetos. Creio que essas pessoas, tendo
que levar suas vidas num país estranho, buscavam coisas
que as lembravam de sua terra natal. Era com esse sentimento
saudosista que elas procuravam nossa arte.
Assim, no dia da apresentação, filas de 200
a 300 metros se formaram, impressionando os brasileiros transeuntes.
Já no espetáculo, pessoas umideciam de lágrimas
seus lenços, apesar de estarem assistindo a uma comédia.
E quando eu via aqueles lenços brancos sendo sacudidos,
mesmo depois de terem apagado as luzes, eu pensava comigo
mesmo: "Foi bom termos realizado isso. Valeu mesmo a
pena." Eu ainda lembro de como nós , do grupo
de teatro, nos abraçávamos felizes e satisfeitos
pelo resultado (assim relatou emocionado o mestre Urasaki).
E vocês fizeram apresentações por
outras partes do Brasil?
Sim. E essas apresentações tinham um significado
especial para o "Kyowaza"; ficávamos realmente
bastante empolgados. Marília, Tupan, Campinas, Juquiá
(junto à antiga estrada de ferro) - onde quer que fôssemos,
éramos bem recebidos.
Conte-nos o que foi mais marcante para o senhor.
Deixou forte impressão em mim a festa que comemorou
os 85 anos da Imigração. Isto se deu no ano
de 1993, no dia 28 de agosto, na noite-véspera da festa,
na Rua Galvão Bueno. Os eventos desse dia, na Liberdade,
estavam todos centrados em Okinawa.
E quanto às futuras atividades do "Ryukyukoku
Matsuridaiko"?
Esperamos participar e cooperar com a "Associação
da música antiga e de sua preservação",
patrocinada pela Kenjinkai. Participar do "Okinawa Matsuri",
promovido todos os anos pelo Centro Cultural de Okinawa e
colaborar, em ação solidária, com os
grupos assistenciais de voluntariado. Adotar uma política
que direcione as atividades sem discriminações
em relação aos não-descendentes, não
os excluindo do foco.
Auxiliar no intercâmbio entre as shibus; trabalhar para
que o dialeto utiná e o teatro utiná sejam difundidos
e desenvolvidos; divulgar as tradições do "Ryukyukoku
Matsuridaiko". Gostaríamos, enfim, de seguir transmitindo
a essência de Okinawa, queremos ser acolhedores, desenvolver
um vastíssimo coração.
Além disso, tenho certeza de que os herdeiros do "Matsuridaiko"
, como: Kiyoshi Teruya, Tadakazu Oshiro, Hideki Maeda, Yoshiaki
Kanashiro, Akihiro Oshiro, Sheila Nagahama, Takako Shiroma
encabeçarão o trabalho de difusão do
"Ryukyukoku Matsuridaiko" com grande competência.
Lembrando também da segurança que nos passa
a orientação do Sr Chochi Miyagui (presidente
de nossa Kenjinkai), como nosso conselheiro.
Desenvolvendo longevidade com o estilo sossegado de vida
de Okinawa
Teve início neste ano a publicação da
série de reportagens que tentam desvendar os segredos
da vida longa dos utinanchu ao redor do mundo.
Assim, conhecemos a Sra Matsu Uechi, residente de Casa Verde,
que completou seus 99 anos de idade. O quarto desta senhora,
que praticou Gate Ball "guêto bôru"
até seus 97 anos, é repleto de troféus
que premiam as vitórias nas partidas. As pessoas bem
que tentam chama-la para sair, mas ela se recusa, dizendo
não querer atrapalhar a vida de ninguém. "Eu
não gostaria de viver até os 120 anos, numa
vida só de descanso, deitada." - disse brincando.
Já o Sr Kotaro Nakata (94 anos), morador de Santo André,
fica sob os cuidados de sua esposa, Sra Yasu, de sua nora,
dona Mitsuko e outras pessoas da família. Ele tem,
sobretudo, uma saúde de ferro a tem boas condições
de vida. Tudo isso tem lhe garantido uma vida longa, ao que
ele mesmo dizia, com um sorriso na face: "Mais do que
isso seria um desperdício. É mais que suficiente."
Por fim, morando num apartamento do centro da cidade, temos
o Sr.Tsubukichi Yamashiro (97 anos). Suas filhas moram nas
proximidades e vêm, alternadamente, visita-lo em seu
apartamento, trazendo-lhe seus pratos prediletos da culinária
de Okinawa. "Só agora vejo que como eu nunca parava
em casa por causa dos compromissos e atividades da Kenjinkai,
acabava largando nas mãos de minha esposa todos os
afazeres domésticos. E ela deve ter sofrido por causa
disso. Ah, se mulher ainda estivesse aqui comigo... Hoje em
dia, fico eu sozinho em frente à televisão."
- lamentava o Sr Yamashiro.
Peru, Havaí, Bolívia, Argentina - a série
continua.
Confiram, então, essas reportagens no "Ryukyu
Shinpo", disponível na Kenjinkai.
Vocês sabiam?
Temos à nossa disposição um homepage
que fornece, competentemente, todas as informações
acerca da Okinawa Kenjinkai do Brasil, criada pelo Sr Yukihide
Kanashiro, cujo artigo sobre a "Revitalização
da Kenjinkai"foi premiado em 1o lugar, na categoria de
língua portuguesa.
www.okinawa.com.br
Informações pelo tel.: (011) 6995-6346
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Sr. Tomoaki Yonaha, Secretário Chefe da AOKB e Redator
Chefe do boletim informativo AOKB.
Associação Okinawa Kenjin do Brasil
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