33 anos do Salão Bunkyo - Mostra com obras premiadas e recentes

Aqui estão expostos uma sítese dos 33 anos do salão Bunkyo, uma continuação do salão Seibi (apresentado no Salão Nobre - 2o. andar) e assim como modelo do Seibi o salão Bunkyo continua com a proposta semelhante de incentivar novos artistas e mostrando o que haveria de inovador em termos de linguagem da arte e as práticas dos artistas contemporâneos. O resultado é mostrado aqui, nas obras que receberam as melhores premiações nestes 33 anos e poderemos comparar com as produções atuais destes artistas. Aqui também merece destaque as obras de autoria de membros da atual comissão Bunkyo.

Núcleo Histórico do grupo Seibi

Aqui é dedicada ao núcleo primordial, com as obras dos pioneiros artistas japoneses das décadas de 1930 a 1950, como Tomoo Handa, Yoshia Takaoka, Hajime Higaki, Walter Shigueto Tanaka, entre outros que se reuniam no grupo denominado Seibi, onde o propósito era de incentivar a arte entre os artistas japoneses, assim promoviam encontros e debates entre eles além de realizar eventos e exposições nos espaços existentes na época.

Salão Seibi

Nesta segunda parte, mostra o período em que o grupo Seibi passa a promover as mostras de arte em sua forma competitiva, isto é, nas decadas de 1950 a 1970. Este período notabiliza pelo sucesso do Salão Seibi em promover os artistas japoneses no âmbito nacional. Aqui que destacaram pintores como Flávio Shiró, Manabu Mabe, Tikashi Fukushima, Massao Okinaka, Kazuo Wakabayashi, Yo Yoshitome, Masumi Tsuchimoto, Tomie Othake, Bin Kondo, Tomoshige Kusuno e Yutaka Toyota.

Homenagem a Ken`ichi Hirota

Ken'ichi Hirota entrou na comissão de artes plásticas do Bunkyo em 1983 um ano após ter ganho a grande medalha de Ouro, e a sua contribuição como membro é inestimável sempre participativo e dedicado.

Em sua carreira de artista participou de eventos como a XIV Bienal Internacional de São Paulo, 1977; Pintores Neto-Brasileiros Contemporâneos percorrendo vários museus do Japão e Brasil, 1995; Satori - 80 Anos de Arte, Museu de Arte Contemporânea de Campinas, 1988; Arte Latinoamericano Contemporâneo e Japão, Museu de Arte de Osaka, Japão, 1981; Exposição Cosmos, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, 1974 e várias individuais no Japão e Brasil.

Como pensamento podemos pegar depoimento dos amigos e dos alunos como sendo de um extremo observador das coisas que o cercam e o levam além do limite do visível, coisa percebido principalmente através da arte. Isto podemos perceber na sua personalidade de artista extremamente dedicado ao ofício, que até os últimos instantes de vida em que pintou o quadríptico exposto aqui neste espaço.

Fonte: Diretoria Comunicações Bunkyo
www.bunkyo.org.br

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